07 de abril de 2019
Não se
mate de trabalhar, tentando ficar rico, nem pense demais nisso. Pois o seu
dinheiro pode sumir de repente, como se tivesse criado asas e voado para longe
como uma águia.
Provérbios 23:4-5
A Síndrome de Burnout
é um estado físico, emocional e mental de exaustão extrema, resultado do
acúmulo excessivo em situações de trabalho que são emocionalmente exigentes
e/ou estressantes, que demandam muita competitividade ou responsabilidade,
especialmente nas áreas de educação e saúde. A principal causa da doença,
conhecida também como "Síndrome do Esgotamento Profissional", é
justamente o excesso de trabalho. Traduzindo do inglês, "burn" quer
dizer queima e "out" exterior.
Existem pessoas
passam a vida inteira em busca da satisfação financeira, e quando se encontram
no final da vida, percebem que não conseguiram suprir essa necessidade
suficientemente, pois a ganância é um buraco sem fundo, e ainda descobrem que
perderam muito no caminho, como família, amigos, bons momentos da vida, e
principalmente a própria saúde. ”Quem ama o
dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas, nunca se sentirá em
paz e feliz com seus rendimentos. Certamente, isso também é ilusão, vaidade.” (Eclesiastes 5:10)
Em Marcos 8:36 Jesus
nos ensina o valor da vida, ”O que adianta
alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira?” Não perca boa parte da vida se dedicando a ganha
dinheiro, gaste o seu tempo com coisas que vão agregar valores importantes em
sua vida, como um passei com sua família, um jantar em casal, um bom encontro
com amigos verdadeiros, lendo e aprendendo a Palavra de Deus, meditando na
letra de um louvor, ou até mesmo observando um bom dia de sol. O mundo é muito
complexo, e o dinheiro o deixou mais difícil de viver, então não deixe a
ganância te escravizar, se liberte disso e busque viver bons momentos e arrecadar
um tesouro de boas lembranças.
”Com o
dinheiro podemos comprar muitas coisas, mas não o essencial para nós.
Proporciona-nos comida, mas não apetite; remédios, mas não saúde; dias alegres,
mas não a felicidade.” (Henrik Ibsen, dramaturgo norueguês do século XIX)