17
de agosto de 2018
Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.Gálatas 3:28
Durante
seis anos, Ken Parker fez parte de movimentos neonazistas nos Estados Unidos.
Mas nos últimos doze meses, seus conceitos foram radicalmente mudados através
de uma profunda experiência com Deus e com os princípios do Evangelho. Em 2012,
ele passou a fazer parte do Ku Klux Klan (KKK), uma organização racista secreta
que nasceu no final do século 19 nos EUA. Dentro da hierarquia grupo, ele era o
Grande Dragão, que representava o estado da Flórida.
Durante
os protestos ultranacionalistas, Parker conheceu a cineasta Deeyah Khan, que
estava filmando para um documentário sobre grupos de ódio. Sua atitude de
generosidade tocou o coração do neonazista. Alguns meses depois, Parker ainda
lidava com dúvidas quando conheceu um vizinho afro-americano, o pastor William
McKinnon. A princípio, o rapaz não sabia que ele era pastor, mas soube que
havia algo diferente nele. O casal começou a conversar com McKinnon, que os
convidou para o culto de Páscoa da igreja. Em 17 de abril de 2018 — seis anos
depois de ingressar no KKK e sete meses depois do protesto em Charlottesville —
Parker decidiu que estava cansado de sua vida e se rendeu a Jesus Cristo. Desde
então, sua transformação foi intensa. Em 21 de julho, Parker entrou no mar para
ser batizado pelo pastor McKinnon, cercado por membros da igreja.
Infelizmente
ainda existe muita discriminação no mundo, mas o amor de Cristo por nós vai
muito além do que possamos imaginar, pois o Senhor nos ama mesmo com grandes
defeitos em nosso caráter, e assim enviou Jesus para salvar todo aquele que
acreditar, ”Porque Deus amou ao mundo de tal maneira
que deu o seu Filho unigênito, para que TODO o que nele crê não pereça, mas
tenha a vida eterna” (João
3:16). Deixe esse amor tomar conta da sua vida hoje, e encontre um
verdadeiro sentido para sua vida, e troque todo ódio e mágoa por um amor
infinito e generoso.
Ame mais!
Jean
Pyerre
