12 de maio de 2019
Aí Salomão disse: — Não matem a criança! Entreguem o menino à primeira mulher porque ela é a mãe dele.
1 Reis 3:27
Observem essa
passagem Bíblica:
”Certo
dia, duas prostitutas apresentaram-se diante do rei Salomão, e uma delas disse:
— Ó rei Salomão! Eu e esta mulher moramos na mesma casa. Eu dei à luz um
menino, e ela estava lá comigo. Dois dias depois do nascimento do meu filho,
ela também deu à luz um menino. Somente nós duas estávamos na casa; não havia
mais ninguém lá. Uma noite, ela rolou sem querer sobre o seu filho e o sufocou.
Então levantou-se durante a noite, enquanto eu dormia, pegou o meu filho e o
colocou na cama dela. Depois colocou o menino morto nos meus braços. No outro
dia de manhã, quando eu me levantei para dar de mamar ao meu filho, vi que
estava morto. Porém, quando reparei bem, percebi que não era o meu filho. Mas a
outra mulher disse: — Não é verdade. Pelo contrário, meu filho é o que está
vivo, e o seu é o que está morto! E a primeira mulher respondeu: — Não é, não!
A criança morta é a sua, e a viva é a minha! E foi assim que discutiram na
frente do rei.” (1Reis 3:16-22)
Diante desse debate
Salomão pede uma espada, e diz que vai cortar a criança viva ao meio, e de dar
uma parte cada uma, a mãe que trocou os filhos mandou cortar, e a outra num ato
de amor a seu verdadeiro filho mandou o rei não fazer isso e dar a criança para
a mentirosa. Então Salomão descobre quem é a verdadeira mãe, pois ele entende
que o seu amor por aquela criança vai além da sua própria vontade, ele prefere
ver o filho vivo ao lado de uma mulher mentirosa, do que o filho morto. Podemos
observar nessa história que existem duas mães, uma relaxada e outra cuidadosa.
A relaxada não se importou em perder o filho, e ainda achou certo a sua
companheira de casa perder o seu, além de não demonstrar amor ao seu próprio
filho, demonstrou inveja, por sua “amiga” continuar com o filho vivo. A
cuidadosa preferiu perder o filho e deixar nas mãos de uma mulher relaxada,
salvando o seu filho da morte, esse é o verdadeiro amor de uma mãe.
Essa história é
assustadora e inspiradora ao mesmo tempo, pois vemos um lado de uma mulher
relaxada, invejosa e cruel, que não teve zelo pelo próprio filho e isso nos
assusta, pois infelizmente ainda existem “mães” como essa no mundo, que tem um
total relaxo com os filhos, deixando muitas vezes que suas crianças sejam
levadas até a morte. Por outro lado temo a inspiração de uma mulher, mesmo sendo
uma prostituta, teve todo um cuidado e amor por seu filho, e mesmo quando foi
enganada, o verdadeiro amor de mães, deixou que sua criança ficasse vive, e
para o conforto do nosso coração, ainda existem mães como essa que cuidam dos
seus filhos com carinho, educação, atenção e muito amor, e fazem de tudo para
que suas crianças se tornem grandes homens e mulheres de sucesso no mundo.
Essas mulheres cuidadosas precisam ser homenageadas nesse dia, e tratadas com
respeito e amor o outros 364 dias do ano.
Feliz
dia para as VERDADEIRAS MÃES!
Jean Pyerre