14 de março de 2019
Já não
existe mais limites para a maldade humana. E ainda existem loucos querendo
suavizar o "porte de arma". Estamos completamente entregues nas mãos
da violência que cresce em todo país.
Para onde podemos correr?
Porque é de
dentro, do coração, que vêm os maus pensamentos, a imoralidade sexual, os
roubos, os crimes de morte, os adultérios, a avareza, as maldades, as mentiras,
as imoralidades, a inveja, a calúnia, o orgulho e o falar e agir sem pensar nas
consequências.
Marcos 7:21-22
Cada dia que se passa
a humanidade esta mais podre. Ontem (13/03) pela manhã, dois indivíduos mal
intencionados, entraram em uma escola em Suzano/SP, fizeram uma verdadeira
chacina, e covardemente se mataram. Infelizmente esse tipo de acontecimento é
mundial, e em alguns países, faz parte de uma rotina mensal.
Então eu me
pergunto...
ONDE VAMOS PARAR?
Eu preciso correr
para os braços do Pai, pois somente nEle encontro a verdadeira segurança que
preciso, para habitar em mundo onde loucos entram em escolas (locais que foram
designados para o saber), e praticam atos de extrema violência.
”Deus é o
nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. Por
isso não temeremos, ainda que a terra trema e os montes afundem no coração do
mar, ainda que estrondem as suas águas turbulentas e os montes sejam sacudidos
pela sua fúria.” (Salmos 46:1-3)
Necessitamos buscar
cada dia mais a presença de Deus para nossa vida, e levar o amor, e os
ensinamentos de Jesus para nosso trabalho, para o nosso casamento, para os
nossos filhos e principalmente para nossa vida. Pois em um mundo repleto de
maldade, somente com Cristo ao nosso lado conseguiremos viver uma vida de
verdadeira paz, e encontra a segurança que precisamos para nos defender de
tanta destruição causada pelo coração humano.
Que o
Senhor console as famílias de Pablo Henrique Rodrigues, Cleiton Antônio
Ribeiro, Caio Oliveira, Samuel Melquíades Silva de Oliveira, Douglas Murilo
Celestino, Marilena Ferreira Vieira Umezo, Eliana Regina de Oliveira Xavier, e
Jorge Antônio Morais vítimas da maldade do coração humano.