14 de maio de 2018
Confiem sempre no Senhor, pois ele é o nosso eterno abrigo.
Isaías 26:4
Certa vez um homem foi acusado injustamente, e foi
condenado a pena de morte, e na cidade a execução era ser lançado aos leões
famintos, e por ter uma fé diferente das pessoas daquela cidade, esse homem
também estava preste a se encontrar com a morte.
Em uma outra situação, o
governante de um determinado país implantou uma lei absurda, que passava dos
limites da lógica humana, e três das sua autoridades não aceitaram a tal lei,
sendo condenados a execução pela câmera de fogo, esses três homens estavam com
um encontro marcado com a morte.
Em outro momento um grupo de pescadores foram para o mar, em
uma viagem, e no meio do caminho os ventos começaram a soprar um pouco mais
forte, e logo veio a chuva, então o mar começou a se movimentar de uma forma furiosa
e grandes ondas começaram a bater no barco, aqueles pescadores estavam prestes a conhecer
a morte.
Na primeira história Deus livrou
Daniel da morte, dentro de uma cova com Leões (Daniel 6). Na segunda história
Ananias, Mizael e Azarias (também conhecidos como Sadraque, Mesaque e
Abede-Nego) foram lançados na fornalha, e novamente o Senhor dos Exércitos
salvou aqueles homens. E na terceira história os discípulos de Cristo foram
salvos de um naufrágio certo, e Jesus com autoridade cessou os ventos e acalmou
o mar, com apenas uma frase Acalma-te, emudece (Marcos 4:39).
Em toda Palavra de Deus somos incentivados
a confiar no Senhor, pois em momentos de extrema angústia ou perigo, o poder de
Deus se manifesta no impossível, como acalmando leões ferozes, não permitindo
que o fogo queime nosso corpo ou nos livrando de grandes tempestades.
Podemos não estar vivendo
momentos extremos nesses tempos, mas seja qual for o seu problema ou perigo,
creia que o Deus do impossível pode manifestar milagres em sua vida, levando
assim você a uma completa salvação. Precisamos confiar mais no Senhor, e se
esconder sempre debaixo desse abrigo, onde encontramos a verdadeira paz e com
certeza a mais pura alegria.
Jean Pyerre
